Finding examples

Li a monografia de Claybony Souza Moraes, que se formou em Análise de Sistemas pela UNEB, com um trabalho também em IHC: Um estudo de usabilidade para software de prescrição de treinamento neuromuscular (Digital Trainer), 2010.

Como o título sugere, ele faz uma análise e melhoria do Digital Trainer, um software feito pela Polisystem, empresa dele e do irmão (pelo que me lembro), que oferece apoio na construção e manutenção de programas de exercícios em academias (para instrutores usarem).

Ele lista os aspectos de usabilidade a serem considerados de acordo com Nielsen, com a ISO 9241 (parte 11) e com alguns outros autores, como Preece, Rogers & Sharp (2005). Detalha também, um pouco, métodos para avaliar uma interface, de acordo com três abordagens: testes, inspeção e investigação.

Médotos de teste de usabilidade:

  • thinking aloud protocol
  • perfomance measurement
  • métodos empíricos
  • co-discovery method

Uma coisa que ele fala que não entendi bem é que

Netto et. al (2004), ressaltam que testes de usabilidade avaliam somente o produto em termos meramente quantitativos, enquanto testes de comunicabilidade produzem tanto dados quantitativos como qualitativos, sugerindo a aplicação de ambos os testes complementarmente para uma única interface.

A parte que não entendo é que, de minhas leituras que citam testes de usabilidade, nenhuma me deu a entender que eram avaliações meramente quantitativas. Talvez ler o que Netto et. al dizem ajude a entender isso e ver se faz sentido para meu contexto ou não.

Métodos de inspeção:

  • avaliação heurística
  • percurso cognitivo
  • inspeção de padrões
  • revisão de guidelines

métodos de investigação:

  • investigação contextual
  • estudos etnográficos ou de campo
  • entrevistas
  • questionários
  • grupos focais

Claybony utiliza testes de usabilidade (10 usuários, sendo 5 novatos e 5 experientes, em cada rodada de testes) e avaliação heurística (três pessoas que desenvolviam o software) para analisar o Digital Trainer. Assim ele contrabalançou a opinião dos especialistas (heurísticas) com a experiência relatada pelos usuários, e operou e comparou métricas quantitativas e qualitativas, conseguindo, por exemplo, avaliar que houve redução de tempo para execução de tarefas específicas e redução de quantidades de cliques por tarefa.

Há muitos livros e artigos citados, preciso olhar novamente com calma a lista de referências. De antemão, uma das coisas que ele cita que quero ler, pra variar, é Nielsen, sobre a quantidade de usuários necessária em um teste de usabilidade: http://www.nngroup.com/articles/why-you-only-need-to-test-with-5-users/.

A referência de Netto et. al é: OLIVEIRA NETTO, Alvim Antônio de. IHC – Interação Humano Computador: modelagem e gerência de interfaces com o usuário. Florianópolis: Visual Books, 2004. 120 p. (ao menos, creio que seja, porque na parte das referências só aparece esta, e nenhum Netto et al.).

Para amanhã: voltar a escrever, ou ler a monografia de Jussi? Que tal ambas as coisas?

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