Prototipando SERP e Document Surrogate

Passei os últimos… Dois dias? Talvez isso, talvez três, me sentindo meio empacada na Página de Resultados. Me sentia andando em círculos, ou desfocada, ou perdida, ou tudo junto. Cheguei a rascunhar:

Acho que… mexer no html direto às vezes faz perder o tempo e me desfoca. É possível que isso seja porque desvio de planejamentos, e fico apenas experimentando, sem metas claras. Os objetivos precisam ser claros, do contrário dá pra passar muito tempo mexendo semi aleatoriamente em interfaces e elementos =x

Ontem ficou evidente que eu precisava mudar alguma coisa na abordagem, pois o tempo está se esgotando e preciso ter alguma versão da Página de Resultados. Uma versão meia-boca me ajuda, pois posso prosseguir com as outras atividades e terminar o TCC em tempo. Nenhuma versão me leva a lugar algum e coloca em risco meu cronograma, de modo perigoso. Então decidi tentar escrever não apenas as correções que queria fazer, mas o meu objetivo pra página, ou tudo o que queria fazer nela, e em que ordem fazer, e quando usaria que ferramenta – para evitar, como comentei acima, ficar vagando pelo HTML.

Isso de algum modo ajudou. Ainda gastei um tempo danado, e me enrosquei um bocado até conseguir perceber que estava avançando. Mas, no processo, me dei conta de outra coisa que também deveria estar influenciando minha dificuldade com essa etapa e essa página – de algum modo, acho que sinto que essa é a culminância da parte prática do projeto.

O que me fez querer trabalhar com a usabilidade do fazDelivery foi justamente a página de resultados da ferramenta. Os itens de resultado espalhados etc, me incomodavam e eu queria mexer naquilo. E então trouxe isso para o TCC e desde o anteprojeto indiquei que o objetivo principal seria melhorar a SERP do FD. Então entrei de fato nas etapas do projeto, fui seguir os passos formais de resolver problemas de interfaces e muitos meses se passaram. rs. Referencial Teórico, Planejamentos, Adaptações, Cronogramas, Reduções de Escopo, Sessões de Avaliação Heurística, de Testes com Usuários, compilar todos os dados que daí surgem, ver os problemas que as pessoas apontaram (ao invés de sair mexendo a partir do que eu gostaria), mais reduções de escopo… E tudo isso “de repente” finalmente me leva para o que eu queria fazer lá atrás.

Ufa, ok, então, que houvesse tanta ansiedade no resultado dessa tarefa específica… Tudo isso só aconteceu porque queria fazer algo legal aqui. rsrs. Bueno, ao menos me sinto aliviada porque consegui ultrapassar as barreiras e entender quais eram, e elas faziam sentido.

Post its, ativar! Como ter uma comparação "rápida e simples" de posições de elementos de vários sites.

Post its, ativar! Como ter uma comparação “rápida e simples” de posições de elementos de vários sites.

E o que saiu daí? Fiz duas versões de Item de Resultado (Document Surrogate), tentando separar as informações do estabelecimento das informações do produto, deixando o item como um todo mais compacto e tentando dar mais destaque para algumas informações (além de tirar algumas coisas que pareceram não estar fazendo muita diferença, nos testes com usuários).

Tenho uma versão semi-pronta da página de resultados, que estava esperando ter resultados para irem nela. Fiz análises do Google, GuiaMais, iFood e TeleListas, para comparar onde posicionavam a opção de refinamento de busca (e como a apresentavam), além de quantos resultados exibiam antes da dobra (above the fold), e como estavam centralizados na tela. Usei isso para basear minhas definições de novo layout da SERP do fazDelivery, sempre colocando como restrição pra mim que eu focaria em trabalhar com os elementos já existentes, evitando criar funcionalidades ou elementos novos, e me guiando pelos resultados das avaliações heurísticas, testes com usuários e priorização de problemas que decidi.

Agora preciso encaixar a Busca Avançada na Página de Resultados, resolver Botão de Voltar ou Breadcrumbs – em suma, oferecer uma solução de Controle de Navegação -, e creio que a SERP estará pronta. Aí fica faltando a Página de Listagem de Categorias, na qual já dei uma pensada, e que será mais simples, uma vez que o item de resultado já está pronto.

Bueno! É isso! Vou dormir e voltar pra terminar essa parte. Ainda há um tanto razoável de coisas a fazer e depois precisarei descrever tudo mais formalmente, na mono. E ainda tenho de revisar tudo.

Woooo!

Estamos, meu bem, por um triz para o dia nascer feliz.

52 dias: metodologias para escrever (e ler)

Como andei dizendo por aqui, estou tendo muita dificuldade com o Referencial Teórico, especialmente no aspecto de saber o que ler. O que é importante? Para onde ir? Como seguir um caminho lógico que me permita otimizar o que leio?

Estava conversando sobre isso com Bruno e ele lembrou a abordagem top down:

“vai ser no esquema top down: faz um índice inicial, daí escreve uma frase pra cada capitulo, itera no índice, aí escreve 1 parágrafo pra cada, daí uma página pra cada, itera no índice, daí v1 pra cada”

(…)

“agora tenho que escrever algo num capítulo específico e n sei o que escrever; daí começarei a ler para escrever, capítulo por capítulo. Ler solto é barril”

Isso me lembrou as dicas de metodologia de escrita, que Eduardo Jorge, que é orientador e professor da disciplina de TCC II, deu para nós. Tricia, outra professora da disciplina, também nós orientou a fazer algo similar, ainda que dito de outro modo. Expandindo a ideia (copiado diretamente do que EJ nos repassou):

Escrita top-down:

(more…)

59 dias: prefácio – search user interfaces

/* Entreguei o anteprojeto! Bonitinho, assinadinho. Até colorido foi. */

Citações que merecem destaque – talvez possa usá-las na monografia:

“Today, search is fully integrated into operating systems and is viewed as an essential part of most information systems.”

“This is a fast-changing field, and any attempt to summarize the state-of-the-art will no doubt soon be proven obsolete. Nonetheless, certain principles and techniques seem to hold steady over the years, and there is much that is now known about search interfaces that should stand for at least the near future.”

Related books: (…) Designing Web Navigation, Optimizing the User Experience, by Kalback and Gufstafson, O’Reilly Media, 2007, which discusses navigation design for web sites.

Ela fala que, à época da escrita do livro, não havia livros focados especificamente na interface de usuário dos sistemas de busca. Nesse sentido, talvez seja bom se eu conseguir ler o Search User Interface Design, do Max L. Wilson, de 2011, para complementar a pesquisa para o projeto.

Falando em leitura, a partir da apresentação dos capítulos que ela faz, parece-me que terei de ler, no mínimo, os capítulos 1 – 6, 8 e 10. O 1 e o 5 já li, mas não fiz um bom fichamento, então é melhor reler.

Edit: ~8 páginas lidas. Faltam 70 para chegar à meta diária.

60 dias: pouco e muito tempo

Fui encontrar João Rocha, co-orientador, para pegar assinatura dele pro anteprojeto. Amanhã o entrego a Marco (professor de TCC I) e essa etapa (que deveria ser inicial e já deveria ter terminado há eras, visto que estou fazendo as duas disciplinas ao mesmo tempo) finalmente se encerra.

Não consegui fazer mais muita coisa hoje, mas sentei para pensar o cronograma diário, que estou devendo para Trícia desde dia 14, já (ao menos, foi nesse dia que ela me falou dele). A próxima entrega (estou em verdade com uma atrasada, a deste último sábado) é agora dia 2 de outubro.  Consigo pensar razoavelmente bem (sem muito detalhamento diário) o que preciso fazer até lá. E consigo pensar – cara, é pouco tempo, preciso render perfeitamente ou não irei conseguir.

Mas daí em diante – quando deixo de ter um prazo de ~1 semana e passa a ser pouco mais de 1 mês, já me perco. Sei de algumas coisas que preciso fazer – imagino que terei de fazer no período -, entretanto, como aumentar a granularidade, quebrar isso em tarefas diárias? Além de falta de prática, acho que o outro problema é pouco embasamento – ainda! A data mais apertada é justamente a do Referencial Teórico, e estou muito atrasada nas leituras…

Estou fazendo em parte no papel, em parte no Google Agenda. Eis o que saiu, até o momento:

cronograma!

Entregas, prazos, atividades.

Corre e foca, Juliana… >.<

65 dias. Dificuldades.

(e: de volta)

Tenho uns três posts no rascunho, o que ilustra bem que andei parada e afastada do trabalho por um tempo, pegando eventualmente mas sem ser de forma sistemática. Voltei à ativa de modo mais organizado nos últimos dias, depois de duas semanas bem distante por conta de alguns problemas de ordem pessoal que me tiraram de tempo.

Ok, agora ao que interessa: uma versão (provavelmente) final do anteprojeto pronta, volto-me para leituras (algo me diz que segui o caminho contrário, mas agora já foi e o tempo urge). E mais uma vez me defronto com o problema de conseguir saber o que ler, de conseguir me manter em uma única leitura, de não me desesperar com um bocado de buscas e caminhos e expressões que parecem úteis e importantes e de repente não sei definir o que de fato entra no escopo ou não, ou o caminho a seguir ou o primeiro passo a tomar.

E os dias vão passando.

Acho que vou tentar alguma meta simples, como ler x páginas por dia, fazendo anotações. Não dá pra ficar muito nisso porque tenho uma apresentação sábado e porque preciso começar a prototipar, pra poder começar a testar, porque daqui a pouco é novembro e o tempo acaba – entretanto, se não ler não consigo embasar o resto todo, então, vamos nessa.

Dois pontos de partida: o livro Search User Interfaces, do qual já falei aqui, e uma tese não publicada que propõe uma nova interface para sistemas de recuperação de informação em bibliotecas.

O livro já li um pouco. A tese comecei a ler um pouco hoje, e um conceito que é abordado é o de Requisitos Funcionais para Registros Bibliográficos (Functional Requirements for Bibliographic Records). Isso me fez me perguntar se não haveria algo como requisitos funcionais para interfaces de busca, ou interfaces de busca na web. Procurei, não achei muita coisa como uma definição formal disso, mas encontrei alguns materiais falando de busca exploratória (exploratory search – um tipo específico de busca quando o usuário não tem muito conhecimento sobre o que está buscando); um artigo de um trabalho para aumentar a credibilidade de resultados de busca (acho que acaba fugindo ao escopo porque segue a linha de mexer no ranking e tal, não apenas na interface).

Esses negócios me fizeram pensar se devia seguir essa linha e olhar por exemplo o material de busca exploratória – está aí minha dificuldade: parar de procurar coisas, de expandir a árvore sem explorar em profundidade algum nó. Então farei um esforço, deixarei apenas registrado aqui tais tópicos e voltarei ao livro e à tese.

E é isso.

Edit: outras duas coisas interessantes que achei hoje:

Um TCC, de 2010 – Principios do Design de Interfaces aplicados a Busca. Apesar de ter alguns trechos que parecem expandir um pouco mais do que o necessário pro contexto do trabalho, traz outras considerações que achei boas e úteis para contextualizar o que quero fazer.

Um livro, de 2011 – Search User Interface Design: Synthesis Lectures on Information Concepts, Retrieval, and Services. Pelo índice acho que pode ser um bom material,

Avanços. E exemplos de Interfaces de Busca (ou recomendação) Inovadoras

2 e 3 de maio

Título sugerido pelo professor: Análise de Interfaces Homem Humano Computador Inovadoras para Sistema de Busca Baseado em Palavras-Chave

Declaração de Orientação: entregue (uhu! aos pouquinhos, chegarei lá). Encomenda do orientador: exemplos de interfaces de busca inovadoras.

7 de maio

Tomei a liberdade de incluir interfaces de recomendação, porque, como comentei n’outro post, há um campo comum entre as duas, em meu entendimento, na medida em que posso entender que uma recomendação é uma predição de resultados com base em gostos (ditos ativa ou passivamente) do usuário.

Burger King recomenda!

Burger King recomenda!

Destaques: três sliders permitem que o visitante altere dinamicamente os resultados mostrados nas sugestões do cardápio, de acordo com o que mais se adequa a sua vontade no momento. Pode-se variar a “leveza do produto” (+/- light); “sabor” (+/- doce); ou quanta energia se precisa (+/- energia). A partir disso, o sistema não apenas lista resultados (mostrando apenas o que, segundo seu algoritmo, se enquadra no pedido do usuário) como os ordena.

HotMap - interface antes dos resultados.

HotMap – interface antes da exibição dos resultados.

O HotMap traz alguns elementos visuais para que o usuário possa rapidamente ter uma noção geral dos resultados e da relevância destes, e também permite que os resultados sejam reordenados, trocando a importância dos termos de pesquisa, ou excluindo algum. Para permitir a avaliação da relevância de cada resultado, a frequência de aparecimento de cada termo é representada com um quadrado colorido (quanto mais forte a cor, mais ocorrências). Assim é possível avaliar rapidamente um resultado mesmo sem abri-lo, e também comparar vários resultados. Off-topic sobre performance: eles estão em beta 0.9.5. Não sei se isso justifica, mas não consegui obter resultados para as três buscas que tentei fazer (tissu routine; computer; innovative search interfaces).

Conheci o HotMap através do artigo: A Comparative User Study of Web Search Interfaces: HotMap , Concept Highlighter, and Google (2006). O mesmo grupo fez as duas ferramentas, e testa como usuários se saíram com buscas com elas e com o Google, em termos de tempo de resposta e avaliação da relevância de resultados. Ainda não terminei de ler o artigo, mas ele me parece, também, uma boa fonte para entender como posso vir a fazer avaliações comparativas de interfaces (incluindo aí questões de relevância de resultados e técnicas utilizadas para cada caso).

Pesquisando um pouco mais sobre “innovative search interfaces“, encontrei:

  • um post de 2009 que traz uma opinião curta de dez motores de busca interessantes e inovadores precisarei olhar com mais calma os resultados e filtrar os que apresentam inovações de interface, mas acho que há algum potencial aqui.
  • Testei rapidamente o KartOO, porque o autor falou especialmente bem dele, mas em um uso mais superficial não consegui entender como é inovador ou útil. De fato precisarei olhar mais detalhadamente as sugestões.
  • o livro Search User Interfaces, também de 2009 e, no site do mesmo, o primeiro capítulo, para leitura. Acredito que pode ser um material interessante para me familiarizar com alguns conceitos (no entanto, como é de 2009, precisarei pesquisar o que o autor fez depois disso, para  não correr o risco de me basear em algo obsoleto).

Bueno, creio que o caminho agora é continuar. Status:

  • apresentar título ao orientador – ok!
  • entregar Declaração de Orientação –ok;
  • Anteprojeto (23%) – pending!
    • problema de pesquisa – ok;
    • título – ok;
    • bibliografia inicial – ok;
    • leitura e escrita (5%) – pending!!
      • comecei a ler artigos direcionados;
      • comecei algum nível de pesquisa por trabalhos relacionados;
      • montei estrutura do anteprojeto no LaTeX.

Metáforas Visuais e Usabilidade; um Mapa Conceitual, Problema de Pesquisa e Título (!!)

29/04 -> Repassei uma das listas de referências da pasta indicada pelo orientador, baixei alguns dos artigos listados.

Ele é muito convincente.

Jack dá seu apoio moral.

30/04 – Estudei sobre metáforas visuais, para ter um conceito mais concreto. Encontrei um post que dava uma explicação curta, mas talvez suficiente. Li também um trecho de uma dissertação que destacava a importância da interface gráfica (e das metáforas visuais utilizadas em sua construção) no nível de interatividade alcançado entre sistema e  usuário.

O que entendi: uma Metáfora Visual é uma tradução de conceitos, ou uma transposição destes de um contexto para outro, para facilitar o entendimento do usuário, por aproximação de símbolos ou significados já comuns a seu cotidiano. Assim se enquadra por exemplo o uso de um ícone com uma tesoura para representar a ação de recortar.

01/05 – Comecei lendo dois textos curtos sobre usabilidade:

  • Uma matéria que sobre a importância de entender que a experiência de usuário vai além do designe.g., o conteúdo oferecido por um site também faz parte de sua UX, e, nesse sentido, o vocabulário utilizado também deve ser pensado.
  • Uma lista com 10 heurísticas para usabilidade, de Nielsen. Cita desde garantir a autonomia do usuário e reduzir o potencial para erros (exibindo mensagens de confirmação e dando suporte a desfazer refazer) até manter uma seção de ajuda ou exibir feedback claro sobre o status do sistema. Nielsen é um dos caras quando se trata de usabilidade, e tem trabalhos publicados na área desde 1990 (lá se vão 23 anos). Não pude deixar de fazer a correlação com aspectos importantes de gamificação: feedback, autonomia, que também se preocupa em construir sistemas centrados no usuário e em sua satisfação.

Dúvida surge: o que é maior: Usabilidade ou IHC? Encontrei um capítulo sobre Usabilidade e IHC, da dissertação de Breno Gentil, que estuda a Usabilidade de ambientes virtuais tridimensionais. Gostei do trecho abaixo, porque me faz pensar em valores que desejo que os usuários extraiam do fazDelivery:

Jordan (1999)* descreve satisfação como o nível de conforto que o usuário sente ao utilizar um produto e o quanto esse produto é aceitável para o usuário como veículo para atingir seus objetivos. Para Jordan existe atualmente bastante esforço em melhorar a usabilidade através da facilidade de uso, entretanto um usuário pode decidir usar um produto, apesar de sua dificuldade, por ele ser atrativo, divertido, surpreendente, memorável ou recompensador, ou seja, proporcionar prazer na experiência de uso. *(JORDAN, P.W. Pleasure with Products: Beyond Usability. London: Taylor & Francis, 1999)

Finalmente construí um mapa conceitual satisfatório para me ajudar a chegar a um problema de pesquisa. A partir disso me senti mais capaz de extrair um título para o projeto.

=> Surge um problema de pesquisa? Como a interação com o usuário pode melhorar os resultados apresentados por um buscador cujos itens pesquisados não são fortemente textuais?

02/05 – Briga para achar um título pra esse negócio (pois é, no title yet). Retrabalhei um pouco o problema de pesquisa: Como técnicas de IHC podem ajudar a melhorar os resultados apresentados por um buscador cujos itens pesquisados não são fortemente textuais?

Para ilustrar o potencial da interatividade, gosto do site do Burger King: eles oferecem um cardápio com uma interação para recomendações que é muito legal.

Título v.1: Avaliação de Técnicas de IHC para Melhorar a Classificação dos Resultados Oferecidos por um Sistema de Busca Baseado em Palavras-Chave

A ideia seria melhorar o rankeamento dos resultados do buscador do fazDelivery, abrindo assim a possibilidade de convergir trabalho e estudo.

Situação atual:

  • apresentar título ao orientador;
  • entregar Declaração de Orientação – 99%;
  • Anteprojeto (20%) – pending!
    • problema de pesquisa – ok;
    • título – ok;
    • bibliografia inicial – ok;
    • leitura e escrita – pending!!

Mais emacs – Settings pro (Ante)Projeto em LaTeX

Hoje consegui fechar um esqueleto de anteprojeto com a estrutura que devo seguir, e compilando, no Emacs.

Páginas que me foram úteis para me reacostumar com o LaTeX e ir pegando o jeito com o editor:

Por agora, é isso. Idealmente preciso fazer mais alguma coisa hoje, mas não sei se conseguirei.

Settings – LaTeX Environment

Então eu preciso escrever o (ante)projeto em LaTeX, porque orientador exige. Como desde que comprei este computador ainda não havia carecido de tal ambiente, e há um bom tempo que não o faço, estou engatinhando novamente.

Atividades da manhã. Linhas de comando para instalação, no Ubuntu (o meu é o 12.04):

– instalação do texlive no Ubuntu (necessário para poder usar o LaTeX):

sudo apt-get install texlive

– instalação do Emacs (tentarei utilizá-lo como editor, é um desses all purpose editors que é cheio de atalhos para aumentar sua produtividade ao evitar o uso do mouse):

sudo apt-get install emacs

– instalação do ABNTeX2: no link referenciado dá para baixar o pacote e ver instruções de instalação.

Não deveria ser algo tão complicado assim, mas me consumiu boa parte da manhã, entre pacotes desatualizados e problemas de dependências.

Resgatei um modelo de anteprojeto feito em LaTeX de uma de minhas tentativas anteriores de TCC, e verei se o ambiente está funcionando, ao menos.

Em breve, espero ter uma versão escrita desse negócio, visto que já está atrasado. Queria ter feito isso no fim de semana, mas só consegui manter o curso de gamificação em dia (por sinal, o exercício escrito da semana quebrou minha cabeça, me senti muito incapaz). =/

Pendências:

  • Declaração de Orientação: 40% pronto (EJ assinou na aula passada. Falta: Título do Projeto);
  • Anteprojeto: 10% pronto (falta praticamente tudo, mas configurar o ambiente precisaria ser feito em algum momento, então conta, a meu ver, como avanço…)

18/19 de abril – gamificação, auto-avaliação e mais uma meta adiada

Assisti a uma vídeo-aula do curso de Gamificação, sobre as contribuições mais diretas do Behaviorismo para a Gamificação. O principais pontos são:

  • É importante observar como as pessoas de fato se comportam. Pode parecer meio óbvio, mas alguns campos e estratégias são capazes de se fiar apenas na teoria, e esquecer de retroalimentar suas hipóteses com as (re)ações das pessoas, de fato. O behaviorismo trabalha com observação de hábitos, então traz a força e a importância desse ponto;
  • Relevância do feedback. Uma vez que uma das formas de os seres (em especial as pessoas) mudarem comportamentos é através da observância de como suas ações influenciaram o mundo, somos muito sensíveis a feedbacks, a mecanismos que nos digam o resultado de nossas ações e escolhas. Dois tipos interessantes e complementares:
    • mostrar onde estamos em nossa trajetória;
    • destacar o que falta para alcançarmos o próximo patamar, preferencialmente em forma de pequenas metas fáceis de entender e alcançar.
  • Recompensas: úteis e válidas em uma boa medida, visto que estimulam a liberação de dopamina no cérebro. Mas não devem ser a única estratégia utilizada, em um projeto / solução de gamificação. O campo é muito mais amplo e rico do que apenas pontos, badges e quadros de lideranças (popularmente conhecido como PBL – points, badges, leaderboards) ou “viciar” os jogadores. Uma boa solução de gamificação explorará alguns mecanismos e componentes.

Revisei e submeti a avaliação dos exercícios dos colegas de curso (faz parte do curso em si) e a minha. Foi um exercício muito bom de retroalimentação e autocrítica (mesmo enquanto lia as respostas dos outros). Gostei muito da experiência, cada pequena atividade deste tipo me ajuda a amadurecer meu senso crítico.

Na quinta falei com o professor de TCC I, Marco Simões. Ele frisou que para o anteprojeto não é preciso fazer um estudo exaustivo das fontes. Trata-se de um contato que permita demonstrar que há viabilidade para continuar dedicando tempo ao projeto, mas não é ainda o momento da revisão bibliográfica em si. Em palavras mais cruas: deixa de firula e escreve, Juliana! Quero ver se consigo fazer isto neste fim de semana.

Uma estratégia que provavelmente usarei é começar a escrever e ver os pontos em que o próprio texto me pergunta “por que você está afirmando isto? quem comprova o que você está dizendo aqui? com que fundamentos?” tais questionamentos naturalmente puxam as leituras e referências que devem aparecer neste momento.

Pendentes:

  • Declaração de Orientação – 80% (prontos: orientador, tema geral. falta: título);
  • Anteprojeto – 7% (pronto: tema geral, artigos iniciais. falta: refinar o tema, começar a escrever e identificar os gaps de fundamentação).