Não custa nada (re)lembrar

Aloha!

Eu não desisti. Após apresentar tcc I e saber do professor da disciplina que, ao menos nela, estava aprovada, entrei com processo para solicitar extensão de prazo e acabei parando um pouco, porque meu pai me convidou para passar o natal com a família – e isso significa viajar para um pouco longe.

Enquanto estava lá, recebi a notícia de que teríamos direito a mais um semestre, para concluir o curso, que foi também o que pedimos – yays! Voltei da viagem e levei um tempinho pra voltar aos eixos. Na verdade, ainda estou neste processo. Mas sei que há um longo caminho pela frente, e sei, talvez mais importante do que isso, que ele tem um limite para terminar: julho, quando o semestre acaba.

E pra marcar que estou voltando aos trabalhos, um post com “dicas” do que não fazer nesses trabalhos de tese e tal. São coisas que devemos saber, mas às vezes chover no molhado não faz mal…

Então é isso. Talvez eu publique um calendário atualizado, por esses dias.

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46 dias: técnica dos pomodoros ajudando

25 minutos focada. Depois, 5 de descanso. Falei no post anterior que ia tentar usar a técnica de pomodoros hoje, para ver se conseguia render melhor. Baixei o TeamViz, que provê uma interface para aplicar a abordagem Get Things Done, além dos pomodoros, e planejei o que ia fazer.

Não consegui ficar focada o tempo todo, mas a ideia de que eu precisava não mudar de tarefa por apenas 25 minutos funcionou em muitos momentos para que eu não trocasse de abas para conversar ou ler ou trocar de música – ou qualquer outra ação que, repetida ou alternada várias vezes, sempre me impede de entrar a fundo em alguma tarefa. Consegui pensar “Quando vierem os 5 minutos eu faço isso” e manter a atenção no trabalho na maior parte dos pomodoros feitos.

Qual o resultado disso? Finalmente consegui rever meu índice, pensar mais detalhadamente o que cada seção do trabalho deve conter, e acrescentar algumas referências mais que creio que irei utilizar, e consegui enviar isto para orientadores e professores da disciplina. Assim, tenho chances de receber feedback, mas, se não receber, tenho uma certa ideia de por onde prosseguir.

That’s it. Amanhã terei de sair de casa, o que tem bagunçado os dias, sempre que acontece, mas vou buscar otimizar o tempo que sobrar com os pomodoros. A tirar por hoje, deve funcionar. 🙂

51 dias: nothing new

Não fiz nada ontem. É f*** dizer isso, e saber que me permito fazer isso. A questão da disciplina é complicadíssima pra mim.

Acho que amanhã consigo melhorar. Preciso conseguir, anyway, se quero terminar isso, certo?

Gotta move on…

p.s.: só deixei aqui registrado para isso: ter o registro. Melhor saber que as coisas foram assim para ter uma noção clara do que anda acontecendo.

Not an easy task…

Fazer uma tese significa, pois, aprender a pôr ordem nas próprias idéias e a ordenar dados; é uma experiência de trabalho metódico; quer dizer, construir um objeto que, em princípio, sirva também para os outros.

Umberto Eco (Como se faz uma tese)