46 dias: técnica dos pomodoros ajudando

25 minutos focada. Depois, 5 de descanso. Falei no post anterior que ia tentar usar a técnica de pomodoros hoje, para ver se conseguia render melhor. Baixei o TeamViz, que provê uma interface para aplicar a abordagem Get Things Done, além dos pomodoros, e planejei o que ia fazer.

Não consegui ficar focada o tempo todo, mas a ideia de que eu precisava não mudar de tarefa por apenas 25 minutos funcionou em muitos momentos para que eu não trocasse de abas para conversar ou ler ou trocar de música – ou qualquer outra ação que, repetida ou alternada várias vezes, sempre me impede de entrar a fundo em alguma tarefa. Consegui pensar “Quando vierem os 5 minutos eu faço isso” e manter a atenção no trabalho na maior parte dos pomodoros feitos.

Qual o resultado disso? Finalmente consegui rever meu índice, pensar mais detalhadamente o que cada seção do trabalho deve conter, e acrescentar algumas referências mais que creio que irei utilizar, e consegui enviar isto para orientadores e professores da disciplina. Assim, tenho chances de receber feedback, mas, se não receber, tenho uma certa ideia de por onde prosseguir.

That’s it. Amanhã terei de sair de casa, o que tem bagunçado os dias, sempre que acontece, mas vou buscar otimizar o tempo que sobrar com os pomodoros. A tirar por hoje, deve funcionar. 🙂

46 dias: atrasos

Atrasados:

  • referencial teórico;
  • trabalhos relacionados;
  • requisitos funcionais e não funcionais;
  • arquitetura (a princípio estava em dúvida sobre o que faria aqui, mas creio que posso descrever a arquitetura do fazDelivery e indicar onde meu trabalho se insere).

O que farei hoje:

  • baixar contador do tipo Pomodoro – Bruno disse que tem sido muito útil pra ele e meu principal problema é manter foco, então, vamos nessa – 15 minutos (contando colocar tarefas nele);
  • recarregar as variáveis (é vergonhoso ter de dizer isso, mas agora não é o momento de perder com autopiedade): ler antoprojeto e embrião da monografia – 1 pomodoro (contando possíveis anotações que surjam, mas nada de execuções);
  • criar um novo índice – creio que me basearei muito no que fiz pra apresentação, então 1 pomodoro;
  • escrever página descrevendo cada tópico do índice – sendo uma pequena frase, se fizer focada, creio que 1 pomodoro dê;
  • rever cronograma – ver o que estava no anteprojeto, mais as datas de TCC II (e I) – 1 pomodoro;
  • entrar em contato com orientadores e orientadora – 1 pomodoro.

Isso dá: 5 pomodoros e meio. Cada pomodoro tem 25 minutos, mais 5 minutos de intervalo curto e um intervalo de 30 minutos a cada 4 pomodoros, ou seja: isso daria 3 horas de trabalho focado. Contando que estou no processo, já, terminaria antes das 15 h. Talvez almoce no meio do caminho. Anyway, o plano inicial é: fazer esses, e então planejar quais serão as atividades seguintes. Se eu não for pra natação hoje, dá pra trabalhar até 21:00, 22:00, o que seriam mais no mínimo 5 horas de trabalho, o que dá 8 pomodoros. Confere? Let’s get going.

52 dias: metodologias para escrever (e ler)

Como andei dizendo por aqui, estou tendo muita dificuldade com o Referencial Teórico, especialmente no aspecto de saber o que ler. O que é importante? Para onde ir? Como seguir um caminho lógico que me permita otimizar o que leio?

Estava conversando sobre isso com Bruno e ele lembrou a abordagem top down:

“vai ser no esquema top down: faz um índice inicial, daí escreve uma frase pra cada capitulo, itera no índice, aí escreve 1 parágrafo pra cada, daí uma página pra cada, itera no índice, daí v1 pra cada”

(…)

“agora tenho que escrever algo num capítulo específico e n sei o que escrever; daí começarei a ler para escrever, capítulo por capítulo. Ler solto é barril”

Isso me lembrou as dicas de metodologia de escrita, que Eduardo Jorge, que é orientador e professor da disciplina de TCC II, deu para nós. Tricia, outra professora da disciplina, também nós orientou a fazer algo similar, ainda que dito de outro modo. Expandindo a ideia (copiado diretamente do que EJ nos repassou):

Escrita top-down:

(more…)

61 dias: esqueleto da apresentação com o Beamer (LaTeX)

Uma das exigências da professora de TCC II é que façamos uma construção incremental tanto do documento da monografia quanto da apresentação. Para este sábado que passou, eu precisava ter entregado as primeiras versões de ambas as coisas, já com o Referencial Teórico. Estou atrasada nisso; havia construído uma primeira versão do índice para a monografia e hoje, enquanto criava o esqueleto da apresentação, fui pensando como seria a estrutura, a partir dele.

Deu um pouco de trabalho para me entender com o Beamer, porque o LaTeX precisa compilar duas vezes para conseguir mostrar corretamente o sumário, nessas apresentações (a tableofcontents) e eu não lembrava disso. Depois o índice ficou grande demais e precisei dividi-lo em duas colunas, para ficar ok. Para tanto: usar o pacote multicol e, no frame do sumário, acrescentar:

\begin{multicols}{2} % indica em quantas colunas dividir \tableofcontents \end{multicols}

Fica o registro dessa primeira versão. Amanhã (que já é hoje) preciso render mais…

Estrutura da apresentação do TCC

Primeira versão da estrutura da apresentação

Acho que o processo me ajudou a amadurecer um pouco o que precisa aparecer na monografia. Amanhã vou fechar o ciclo e repensar as seções do índice – mas, principalmente, ler. E ver um cronograma. Agora também eu começo a sentir falta dele.