On obvious secrets

“If it seems I’ve come the long way around, perhaps I have. But I wanted to show what we all have in us, that is has always been there, and so few of us bother to notice. When people ask me where I get my ideas, I laugh. How strange – we’re so busy looking out, to find ways and means, we forget to look in.”

Ray Bradbury, Zen in the art of writing. How to keep and feed a muse. p. 36

On experiences, creativity, inspiration…

(…) Similarly, in a lifetime, we stuff ourselves with sounds, sights, smells, tastes, and textures of people, animals, landscapes, events, large and small. We stuff ourselves with these impressions and experiences and our reaction to them. Into our subconscious go not only factual data but reactive data, our movement toward or away from the sensed events.

These are the stuffs, the foods, on which The Muse grows. This is the storehouse, the file, to which we must return every waking hour to check reality against memory, and in sleep to check memory against memory, which means ghost against ghost, in order to exorcise them, if necessary.

What is The Subconscious to every other man, in its creative aspect becomes, for writers, The Muse. They are two names for one thing. But no matter what we call it, here is the core of the individual we pretend to extol, to whom we build shrines and hold lip services in our democratic society. Here is the stuff of originality. For it is in the totality of experience reckoned with, filed, and forgotten, that each man is truly different from all others in the world. For no man sees the same events in the same order, in his life. One man sees death younger than another, one man knows love more quickly than another. Two men, as we know, seeing the same accident, file it with different cross-references, in another part of their own alien alphabet. There are not one-hundred elements, but two billion elements in the world. All would assay differently in the spectroscopes and scales.

BRADBURY, Ray. Zen in the art of writing. How to keep and feed a muse. pp 33-34

Personal Shared Povs – reflexões

Ok, ainda não apresentei o projeto. Mas preciso comentar/ guardar isso em algum lugar: tenho de começar a pensar em como trabalharei os temas no dia anterior, do contrário corro o risco de não ter a luz adequada para as ideias que tenho…

Versão final TCC entrege: etapa finalmente concluída

Após um longo hiato, notícias, para poder virar a página e/ou buscar novos rumos… A apresentação aconteceu na data prevista – 27 de junho, depois de um adiamento devido à suspensão das atividades na UNEB durante Copa + São João. Fiquei nervosa e tive muito medo de ser questionada e de que apontassem erros ou falhas metodológicas. Essa aliás foi a razão de eu ficar nervosa – o medo de haver erros graves. Houve questões a pontuar, o professor Alexandre Lenz, convidado para compor a banca, fez muitas observações importantes (queria ter recebido alguns daqueles feedbacks antes!). Havia espaço para ser melhor, mas acho que no fim o trabalho ficou mais interessante do que eu me sentia capaz de fazer e creio que isso me fez bem, me ajuda a ver que tenho potencial de construir coisas relevantes, e, também, de concluir projetos. Estou feliz por ter conseguido, após tantas idas e vindas, apresentar.

Mais de um mês depois, já em agosto, afinal entreguei a versão final da parte escrita, buscando refinar o trabalho com as considerações feitas no dia da banca. Confesso que não consegui me dedicar para realizar isso e que não fiz todas as alterações. Algumas porque não concordei, então refleti sobre o que havia sido dito, busquei meus argumentos e mantive como estava. Outras porque não sabia como faria e infelizmente, após todo esse processo, já me surgia novamente um desânimo advindo da sensação de que ninguém se importa muito com esse trabalho, lá dentro: professores, avaliadores etc – é algo pontual que será em grande parte esquecido, salvo se por acaso algum estudante que buscar fazer um tcc com algum nível de alinhamento se lembrar de procurar por lá. Isso tirou um pouco minha motivação de continuar mexendo naquele projeto. Não porque a temática seja desinteressante, mas porque me pareceu um esforço sem propósito. Pra reduzir essa aridez que sinto em relação a esse processo, fica aqui disponível o link para quem quiser ler a monografia.

O título da versão final do projeto é: Inspeção e Evolução da Usabilidade de Buscadores Tipo Diretório: Estudo de Caso com o fazDelivery.

Para os “slides” da apresentação (é interessante porque há imagens comparando as interfaces do fazDelivery, nele), visite o prezi.

É isso, a partir de agora, esse blog talvez se torne mais experimental/ pessoal e menos profissional. Mas ainda conterá, de algum modo, meus aprendizados, reflexões, caminhos e o andamento de alguns projetos, com sorte. Gracias a tod@s que de algum modo me acompanharam nessa longa trajetória. (:

é amanhã ‘-‘

às oito da manhã

estou nervosa

>.<‘

Protótipos de produtos da Apple, dos anos 80

Cool stuff:

http://www.theverge.com/2014/5/28/5757414/apple-prototype-tablets-phones-laptops-from-the-80s-photos

Protótipos são tão legais! *_*

Da série: leituras interessantes não feitas

Mais coisas do Nielsen que eu gostaria de ler um dia:

http://www.nngroup.com/articles/unmoderated-user-testing-tools/

Sobre a necessidade de testes de usuário

E o rigor de sua execução.

Encontrei esse artigo sobre isso: http://www.lits.dei.uminho.pt/tu.pdf

Quero ler, acho que é interessante também pelas dificuldades que tive com essa etapa.

Dias mais de descanso…

Corretor ortográfico pra LaTeX

Para não perder o costume: para evitar enviar a monografia com erros grotescos de ortografia, fui em busca de uma ferramenta que me permitisse revisar o arquivo em pdf. Acabei encontrando o Aspell, que faz a correção no arquivo .tex

Eu o instalei através do bom e velho apt-get e depois procurei um dicionário, para rodar a verificação para o português (o padrão é o inglês, então você precisa baixar dicionários específicos, se quiser corrigir outra língua). Para instalar o Aspell com o apt-get (não lembro se precisei adicionar algum repositório específico, malz):

sudo apt-get install aspell

Uma vez baixado e instalado o dicionário de português (que tem instruções bem tranquilas de seguir em seu readme), só precisei rodar no terminal:

aspell --lang=pt_BR --master=pt_BR --mode=tex -c Arquivo-pra-revisar.tex

Ah, acabo de ler  que dá pra instalar dicionários específicos também pelo apt-get. Fique a vontade pra tentar. o/

Ele vai mostrando cada palavra que não reconhece, e permitindo fazer uma verificação muito simpática, só usando o teclado, dá pra ignorar ou adicionar palavras, além de outras opções, simples e prático, tipo de coisa que gosto. Não testei, mas acredito que poderia ter informado mais de uma linguagem e checar logo inglês e português de uma vez só. Talvez haja ferramentas com GUI, ou haja como incorporar o Aspell direto no Kile, mas pra mim assim já tá ótimo. ^.^

Pra ser justa: achei sobre o Aspell nesse post: http://www.physics.usyd.edu.au/guides/spell-grammar-latex.html

90% são só 50%. E – Hello, world!

Sábado de manhã (07 de junho) rolou a “pré-banca”. Vai assim entre áspas porque foi bem informal, e como não sei como costuma ser, me dá a sensação de que não foi uma pré-banca lá muito convencional. Mas foi o que o eu precisava, no momento, e serviu para eu apresentar a Eduardo Jorge a estrutura da apresentação que quero fazer, discutindo os conteúdos que quero trazer em cada etapa, recebendo feedbacks para cada parte. Também foi o momento de ele ver os protótipos resultantes do trabalho, dos quais ele gostou. Essas duas coisas (discutir a apresentação e ele gostar dos protótipos), aliadas ao fato de que, mais cedo, havia enviado uma versão final da monografia para ele, João e Alexandre Lenz, professor convidado para a banca, me deixaram muito tranquila, com a sensação de que… acabou. Pois é. Assim. Antes mesmo da banca. O_o

É que a banca estava marcada para o dia 13 de junho, próxima sexta, e isso me fez dar uma corrida louca na última semana (especialmente de terça até sábado), para garantir que teria um v1 de tudo até sexta passada, para cumprir o cronograma. Só que sábado, quando cheguei, exausta, à UNEB, descobri que as atividades acadêmicas só voltariam depois do São João (ou seja, dia 25), ficando portanto impossível apresentar a banca dia 13. AAAAAAAAAAaarrrrrrrrrrrrrrgh. Me dá meu alívio de terminar logo esse negócio!! D: Dá! Não dá?! Hm… Vamos pensar de novo. Eu entreguei a monografia na correria alolka, quase que vai com erros de digitação como sesção no meio. Me esforcei para incorporar as sugestões de João e Eduardo, mas havia deixado pelo menos uma coisa mais importante de fora. E tinha feito a conclusão quase nos últimos minutos da prorrogação do segundo tempo – nem reli a bichinha, pedi pra mãe fazer isso, porque eu não tinha qualquer condição de entender leituras, mais, depois de virar todas as noites desde terça.

Isso significava que as chances de haver trechos muito ruins de compreender e carentes de uma reescrita eram grandes, e que uma boa revisão, com calma, cairia bem ao trabalho. Então, por que não aproveitar esse tempinho a mais, e fechar essa etapa com mais tranquilidade? Afinal, não foi pra isso que quis adiantar o calendário, em primeiro lugar? Beleza, então. Vamos ver o que eu gostaria de fazer pra considerar essa v1 concluída de forma mais bonita, e fazer. Sem perder a sensação de que, sim, consegui – conclui esse negócio, fui capaz, e agora posso começar a me sentir livre para começar uma nova etapa, ir atrás de outros desafios… *_*

Foi bacana. =)

Enquanto não acaba por completo, alguns comentários variados:

Sobre estar terminando algo – li n’A arte cavalheiresca do arqueiro zen:

A quem deve caminhar cem milhas, recomendamos que considere noventa como sendo a metade.

Herrigel Eugen

Isso pra mim fala tanto de como costumamos errar quando tentamos prever o esforço necessário para terminar algo, como também tenta explicar como qualquer etapa final tende a ser tão ou mais trabalhosa do que todo o resto de um percurso – há detalhes, finalizações, polimentos… E todo o cansaço acumulado da jornada já percorrida. Eu senti um tanto isso. Ainda que considere que tenha, no fim das contas, doído menos do que imaginei que poderia (fico feliz com isso!).

Para conseguir o pique necessário pra enfrentar as madrugadas da semana passada, primeira, segunda, terceira, quarta noites, criei uma playlist no Grooveshark (uma plataforma para ouvir músicas com características de rede social) com clássicos da época em que virávamos noite no ACSO fazendo trabalhos de faculdade ou mexendo em coisas dos robôs. Adicionei algumas músicas que me faziam pensar no que poderia finalmente fazer quando terminasse esse processo todo, chacoalhei, coloquei tudo no repeat e segui, com cara, coragem, saudade e muito café. Como curti o que fiz com a lista de músicas, compartilho aqui:

3, 2, 1 – let’s jam: it’s the final countdown… Under pressure, eu faço tcc até mais tarde e tenho muito sono de manhã… Mas amanhã de manhã, quando a gente acordar, quero te dizer que a felicidade vai desabar sobre os homens. Porque estamos, meu bem, por um triz pro dia nascer feliz and I want to break free… Woo hoo! /o/

Foram momentos divertidos. Haha. Gosto do silêncio e da calma das madrugadas, e ver o dia nascer é algo legal – dá uma vontade doida de pegar a bike e sair pedalando pra ver o nascer do sol. Acho que farei isso em breve.

Agora o corpo acostumou um tanto, está meio difícil dormir cedo, e quero continuar “trabalhando” no TCC. Vai entender…. rsrs.

Por agora é só, pessoal. Mas acabou sem acabar, e como não quero dar uma de Oberyn Martell, vou continuar mexendo nesse negócio até fechar tudo, porque tenho até sexta pra entregar a versão final (de novo!), e dia 27, oito da manhã, essa banca sai. E não quero virar mais nenhuma noite fazendo isso, até lá…

AH! O título do post é porque… CAAaaaaaaaaaarai!!!! De volta à vida! Origami-bike-filme-amigos-praia-livros-viagem-tecido-natação-cuidar-da-casa-cortar-cabelo-trabalhar-conversar-dormir-curtir-fazer-arte sem culpa: aí vou eu!! \o/

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